31 julho, 2008

Semana Mundial da Amamentação


Juro que nem estava lembrando disso quando escrevi o post anterior. Começa amanhã. Vamos apoiar?

29 julho, 2008

Quem é Tetê?

Antes de mais nada, explico que, enquanto a boca resmungava o que o cérebro pensava, uma gota de saliva caiu no chão, fez um furo no piso e estou vendo perfeitamente a cabeça do vizinho do quinto andar. Daqui a pouco ele deve demonstrar sua insatisfação com a chuva ácida vinda do teto de seu escritório.

Até começar a participar dos fóruns de amamentação e de pediatria, eu só conhecia uma Tetê. A Espíndola. Era uma cantora escandalosa, de voz esganiçada, olhar de quem estava eternamente possuída, vestida com uma roupa esquisita de crochê e que concorreu num festival de música gemendo "você pra mim foi o sol de uma noite sem fim...". (os nascidos na década de 80 nem sabem a quem me refiro, mas o que seria de nós sem o São Google e o Santo Youtube?).

Há cerca de 2 anos, porém, descobri que não só é comum em algumas regiões do Brasil as mulheres darem um apelido ao peito durante a amamentação, como o escolhido pela maioria parece ser Tetê! E pensar que eu achava que isso de dar nome a uma parte do corpo era uma exclusividade fálica do sexo oposto! Já me causaria surpresa uma mãe perguntando ao filho se ele quer tetê, mas ver escrito "Fulaninho ama o tetê dele" provoca em mim aquela sensação incontrolável de sentir vergonha por algo que outra pessoa fez. E isso se repete a cada vez que leio um adulto escrevendo "pepê", "dedeira", "bubu", ou (um segundo para eu esconder minha cara dentro da blusa a fim de não ler o que eu mesma estou escrevendo) "pepeca". Nesta última, a mãe referia-se ao próprio órgão genital e não ao da criança (não que isso faça muita diferença, dada a idade da narradora, mas eleva meu constrangimento à terceira potência).

Não sei se minha alma capricorniana racional e prática demais recusa-se a aceitar que se ensine primeiro o nome errado para depois apresentar a criança ao nome correto das coisas ou se é o fato de eu achar ridículo um adulto falando em tatibitate, mas aqui no Iglu, cachorro nunca foi "au au", peito jamais teve apelido e, embora chupeta e mamadeira não tenham feito parte da vida do Pacotinho de Surpresas, ainda que fizessem, também de forma alguma seriam "dedê" e "pepeta", fala sério! E, se o negócio é dar nomes, por que não ser mais específica e perguntar: "Neném quer mamar no Tico ou no Teco"? Eu sei, a falta de romantismo dos capricornianos é difícil de ser compreendida, especialmente por piscianos sentimentais.

Será que sou a única que sente vergonha pelos outros?

PS: Peço sinceras desculpas às paulistas que não se encaixem na descrição. Uma amiga ontem ficou ofendida quando comentei que "tetê" era coisa de paulista, porque mesmo sendo paulistana e são-paulina, nunca deu apelido às próprias mamas. Por isso escrevi "em algumas regiões do Brasil", quando na verdade, só vi paulistas usando o termo. E às que se encaixam: nem vem que não tem, eu avisei no primeiro parágrafo da saliva ácida e corrosiva!

23 julho, 2008

Terrible Twos

"Filhotinho,

Esta semana os famosos terrible twos atingiram você (e a família toda) em cheio. Sem exagero, você chorou mais nesta última semana que nos dois meses e meio em que passamos de férias no Brasil, durante os seus saudosos tempos de bebê. Não são longos acessos de birra, mas dois minutos deitado com a cara no chão parecem ter virado parte da sua vida. Implicou com certas roupas e recusa-se terminantemente a vesti-las. Se por acaso aceita vestir num momento de distração, assim que percebe, arranca a roupa revoltado. Os vizinhos devem achar que estamos fritando-o em óleo quente quando na verdade é só uma infrutífera tentativa de vestir uma calça ou bermuda jeans. Por outro lado, você usa sem reclamar bermudas e calças de qualquer outro tecido ou cor. Encasquetou com um par de havaianas mandados pela sua tia e só sai de casa calçado com elas, chova ou faça sol. Aliás, você tem três pares, mas quando percebe que vamos sair, já vem correndo para a porta e gritando "geen, geen, amauelo não", avisando que só usa as verdes.

Seu tio do Brasil passou dez dias aqui em casa. Foi amor à primeira vista, você já acordava de manhã perguntando "cadê a Tio?". Você costuma colocar "a" antes de todas palavras, femininas ou não.

Você fala bastante, caminha pela casa fazendo perguntas e respondendo a si mesmo. Suas frases mais comuns atualmente são "look at that", "it's over there" e hoje, quando avistou as malas do tio em pé no corredor e não o viu, comentou "he's gone alweady" (você pronuncia o R no meio da palavra como "w" ou "u", se for português).

Você entende frases longas e complexas em português, inglês e servo-croata, mas parece falar sempre em inglês quando está conversando sozinho. Outro dia estava falando com a mão na boca, pedindo algo que ninguém entendia. "Épo, épo", aí Mamãe perguntou se era maçã e você disse "yeah".

Nem sapos e passarinhos ficam tão felizes quanto você quando avistam formigas e mosquitos. "Momiga", "mostico" e "boboueta" são pronunciados num tom tão excitado que parece até que alguém o paga por cada exemplar encontrado. Você adora correr atrás dos passarinhos e sempre fica decepcionado quando eles voam antes que os alcance. Diz "paainho all gone, foi embóua". Você gosta de chamar os animais no diminutivo, talvez tenha aprendido assim na creche. Diz "birdie, doggy, piggy".

Você muda o tom de voz, usa o modo "meloso" para pedir algo que tem pouca esperança de conseguir. Na hora de dormir, faz o sinal de pequeno com a mão e pergunta num tom agudo "pouquinho Dódi?" (George, só um pouquinho?). Curious George é seu desenho favorito, mas você curte mesmo Mighty Machines, principalmente os episódios que mostram tratores, guindastes e escavadeiras amarelas.

Esta semana você deu um susto. Como você sempre fica impaciente porque seu pai leva séculos para conseguir sair de casa, Mamãe abriu a porta para você dar uma corridinha do lado de fora. Depois de alguns segundos sem ouvir a sua voz (muito conveniente o fato de você falar sozinho), Mamãe foi procurá-lo. Você já tinha chamado o elevador, ele havia chegado e você não estava lá. Seu pai ficou em pânico, rapidamente desceu as escadas atrás de você (Mamãe pensa em começar a usar este golpe como desculpa para apressá-lo), mas aí um dos elevadores voltou e estava lá dentro um certo garotinho peralta.

Sua memória continua fenomenal. Basta irmos uma vez a um lugar que, se voltarmos meses depois, você não esquece que havia uma fonte de água estilo feng shui na loja que fica perto do restaurante mexicano favorito da Mamãe. As vendedoras ficam de queixo caído (dizem que é pelo fato de você se lembrar e não pela bagunça). Conhece o caminho até a Dollar Store, ainda que disfarcemos e tentemos passar por outra rua. A mãe de um coleguinha seu da creche ficou impressionada, porque ela viajou por 3 semanas e, quando voltou para buscar o filho, deixou o cachorro do lado de fora. Você o viu e disse "Ben", que é o nome do dono dele.

Você sabe de quem são todos os sapatos. Se alguém chega para visitar e deixa os sapatos na entrada, na hora de sair, você pega e entrega na mão da pessoa os calçados corretos, dizendo o nome correspondente "Mamãe, Tata, Tio, Baka" ou quem quer que seja (é uma mania sua sair distribuindo os sapatos a quem estiver presente).

Sua energia, que já aparenta ser inesgotável, parece multiplicar-se por vários milhões assim que entramos num restaurante. É sempre uma correria sem fim. Desconfiamos seriamente de que você tenha algum sistema desconhecido do resto da humanidade que o possibilita viver praticamente só de luz. Tem comido cada vez menos e ficado mais seletivo dia após dia. É igualzinho à Mamãe numa coisa: não gosta de experimentar nada diferente, não tem curiosidade nem de saber que gosto tem. Brinca com docinhos nos aniversários, mas nunca colocou um que fosse na boca. No máximo, dá uma tímida lambidinha e desiste. Sua avó quase fez uma festa porque a professora da creche disse que semana passada você provou um pedacinho de queijo. Mamãe até hoje não acredita. Nem quando você era bebê e comia praticamente de tudo, você gostava de queijo. Por sorte, gosta muito de frutas e ama "picapoca" (pipoca).

Por hoje, é só. Mamãe fica sempre melancólica quando alguém volta para o Brasil depois de uma temporada aqui. Ainda bem que agora tem você para não deixar que a casa fique vazia.

Com carinho,
Mamãe."

21 julho, 2008

Quanto vale uma melancia?

Por mais que eu goste de melancia (finalmente o verão chegou e a melancia doce também), imagino que nem se eu ganhasse sozinha na loteria acumulada, o supermercado aqui perto de casa veria 100 dólares (mais o imposto) do meu bolso por uma única fruta. Sem contar que nem é vermelhinha por dentro e pode ser preconceito meu, mas melancia tem que ser vermelha! Repare que meu preconceito é somente de cor, o fato de a dita cuja ser quadrada não me causa mais espanto.





Exagero meu: não custa 100 dólares, mas $99,99. Afff!

19 julho, 2008

SAL do Iglu

[b]O Serviço de Atendimento ao Leitor do Iglu responde para Josue:[/b]

É difícil falar para uma mãe de uma criança que já teve convulsão febril para não se apavorar com febre. Encontrei um artigo recente bem didático sobre o assunto, que até traz uma alternativa de tratamento preventivo em caso de febre acima de 38,5C. Como costuma ser uma condição benigna, que tente a desaparecer por volta de 5 anos de idade, tente conversar com o médico sobre o uso da medicação e analise o risco/benefício.


[b] Para Mirela [/b]
Não me sinto à vontade falando sobre medicações na internet. Depois alguém usa, tem um piripaque e vai dizer "mas foi aquela doida lá do Iglu que indicou". Tente usar a mesma medicação que funcionava para suas crianças no Brasil. Eu tenho algumas caixinhas importadas da terrinha no meu armário do banheiro.

17 julho, 2008

Corteo



Quais são as chances de você ter a oportunidade de ir a pé assistir ao espetáculo do Cirque de Soleil na companhia de alguém do Brasil que veio visitá-la? São idênticas à probabilidade de que seu filho, que não teve uma febre este ano e raramente fica doente, aparecerá com 38,5C meia hora antes de chegarem as babás (leia-se sogro e sogra) que ficarão com ele. E, se você não é daquelas mães que se apavoram com qualquer febre, a chance de que sua sogra seja uma apavorada em potencial é multiplicada por 5000. E não adianta ficar calma, dar um banho na criança, vestir uma roupa fresquinha nela e dar um antitérmico porque isso não vai acalmar a sua sogra. Não adianta deixar recomendações de dar outro banho caso a temperatura não diminua.

E você sai para o circo, confiante de que tudo ficará bem. A sua sogra fica em casa medindo a cada cinco minutos (ou menos) a temperatura da pobre criança que fica condicionada e já levanta o braço e deixa o sovaco à mostra ao menor sinal de um termômetro num raio de 200 km. Antes do intervalo, o celular vibra e a sogra está em pânico. A criança está convulsionando? Não, a sogra que criou 3 filhos (não se sabe como) está preocupada porque a febre não passou. Seu marido é uma santa criatura que sai do espetáculo e volta para casa, tentando acalmar a mãe à beira de um ataque de nervos.

A verdade é que com 39C, a pobre criança fica realmente derrubada, sem energia para levantar-se da cama e isso é de cortar o coração (já seria um prenúncio da habilidade masculina de deixar-se derrubar por qualquer gripe?). E é também verdade que é muita utopia achar que você vai conseguir mudar a mentalidade de alguém muito mais velho que se apavora com febres, tombos, diarréia, falta de apetite... Como pessoas assim conseguem criar os filhos sem desenvolverem uma úlcera a cada susto?

E o espetáculo? Maravilhoso, melhor que o Varekai porque pelo menos no Corteo, os cunhados e genros do dono do circo (aqueles sem talento nenhum para acrobacias, que ficam de palhaços) conseguiram arrancar alguns sorrisos. A turma talentosa das piruetas e malabarismos é de tirar o fôlego.

E a criança? Ficou em casa de molho por 3 dias, agiu como um peixe ensaboado na hora de ser examinado pelo médico que diagnosticou o que Mamãe já achava mesmo que era: virose.

12 julho, 2008

Balançando as Pelancas

A pessoa acha inocentemente que, saindo da sua vida sedentária, conseguirá dar um jeito na geléia de mocotó abdominal. Acha-se a última coca-cola gelada do deserto porque vai começar uma aula de qualquer coisa, no caso, Pilates. Ela, que malhou somente por alguns meses, para ganhar peso, quando pesava 46 kg e tinha uma barriguinha de tábua, que alguns invejosamente achavam ser devida a uma anorexia que nunca existiu, finalmente vai mexer o esqueleto e as pelancas! E recebe várias mensagens de encorajamento, a começar pela própria irmã com dois filhos e barriga sarada sem plástica:

- Olha, para acabar com barriga, só exercício aeróbico.
- Ah, mas é ruim de eu correr, hein?
- Não vai ter jeito então. Só Pilates não ajuda.

Apesar da injeção de ânimo, a pessoa programa-se para ir à aula gratuita inicial de Pilates. Como o universo conspira a favor da inércia, no dia da aula, aparecem algumas pequenas intercorrências no final do expediente no trabalho. Ao invés de uma única sala de emergência, surgem duas obstruções intestinais, uma cirurgia cardíaca com uma hemorragia tão grande que tinha tudo menos fim e uma pessoa de punho quebrado já perdendo o movimento das mãos. Isso tudo num fim de tarde, com quatro enfermeiros presentes e uma enfermeira-chefe quase à beira de um ataque de nervos. E com que cara a pessoa vira para a colega e diz "olha, eu sei que aquela paciente pode perder a mão e é preciso abrir estas barrigas obstruídas para ontem, mas tenho uma aula de Pilates para barriga mole e cada um sabe o que é mais prioritário na sua vida, né?"

No sábado, ela bem tentou esquecer, mas foi lembrada pelo Marido Entusiasta da Ginástica Há Uma Semana. E lá foi ela, que já gostou da sala de aula com tapetinhos sem cheiro algum. Gostou mais ainda das colegas de turma, todas com tanta experiência em Pilates quanto em lavagem de tigres adultos num circo. E a professora repetindo cada movimento lentamente causou uma culpa tão grande que a pessoa não consegue encontrar justificativas para não voltar à aula. Os desinfetantes de tapete no fim da aula também contribuem para aumentar a culpa.

Resolvendo ou não o problema "pelancal", ao menos algum exercício físico esta criatura faz!

08 julho, 2008

E a barriga, hein?

Pessoas do sexo feminino que já tiveram filho respondam: a barriga algum dia voltou ao normal? Dependendo da resposta, com licença, mas vou ali enfiar um prego na minha jugular.

É muito feio uma pessoa com quadril 36 ter no lugar do abdome um cruzamento de geléia de mocotó com pele de jacaré. Mais feio ainda é a pessoa em questão (hipoteticamente, que tal criatura não existe) recusar-se a praticar exercícios físicos e almejar uma barriga de tábua.

Um dia, cansada do excesso de pele que teima em pular por cima da calça, ela pensa em entrar numa aula de Pilates. Quando começa a desfiar o rosário de razões pelas quais a idéia é muito absurda, o marido dela, cuja barriga também não diminuiu nada depois da gravidez, ataca os motivos, um a um:

- Bem que eu queria fazer aula de Pilates, mas não tenho tempo.
- Eu fico com o Filhote, pode ir fazer a matrícula.
- Ah, mas é tudo longe, vou ter preguiça de ir depois do trabalho.
- Tem um estúdio aqui na frente, é só atravessar a rua.
- Ah, mas aposto que eles não pegam iniciantes.
- Tem turma de iniciantes, vi um cartaz.
- Mas eu não vou comprar tapete, pagar o mês todo e depois se eu não gostar?
- A primeira aula é grátis e eles têm tapete lá.
- Se você está tão bem informado assim, por que não entrou?

Então amanhã começa a tentativa de dar um jeito nesta coisa molenga de aparência e consistência indefinidas. Sinceramente há esperanças de que a aula não tenha nada em comum com a última experiência com yoga, senão alguém aqui morrerá com a barriga mole.

PS: Nem sempre barriga mole é uma "coisa de mãe", mas a moça em questão tem fotos na praia(sem photoshop) de 6 meses antes da gravidez para provar que tinha um abdome retinho. O marido da moça também tem fotos que comprovam que a barriga dele já vinha sendo cultivada muito antes da gestação.

02 julho, 2008

SAL do Iglu

O Serviço de Atendimento ao Leitor do Iglu responde para Flávio:

Não faço a menor idéia, mas aqui em casa, nem pesquisamos antes de comprar. O TiVo chegou, foi instalado e funcionou direitinho. Imagino que funcione com qualquer TV por assinatura sim, por que não funcionaria?

01 julho, 2008

SAL do Iglu

O Serviço de Atendimento ao Leitor do Iglu responde:

Para Renata
Já ouvi a opinião de algumas pessoas e uma a mais é sempre bem-vinda. Preciso fazer uma escolha cruel: Montreal ou Vancouver (Langley)? Meus objetivos: guardar dinheiro, conhecer lugares bonitos, aprender francês, melhorar o inglês e começar algum outro curso. Sou dentista, formada há 2 anos, mas descobri que não quero mais trabalhar com isso. Estou indo como babá, mas futuramente pretendo procurar outras coisas.
Seria muito pedir sua opinião?


Eu nunca morei em Montréal, então não posso opinar sobre como é morar lá. Só posso dizer que Langley é longe pra caramba e que para aprender francês em Vancouver só mesmo estudando na Alliance Française ou arrumando um professor particular. A diferença entre Vancouver e Montréal pode chegar a 30 graus no inverno, mas lá não chove 300 dias por ano, como aqui. Em Vancouver há bem menos fumantes e o cerco a eles é intenso, já não se pode fumar nem do lado de fora de qualquer estabelecimento (não lembro exatamente a distância, acho que 3 metros). Em compensação, a comida em Montréal é mais gostosa de forma geral, mas quem diz isso nunca provou minha moqueca ou meu risoto de camarão (excluindo, claro, aquela coisa medonha que servem lá chamada poutine , blaargh).


Para Flávio

Não sei seu e-mail, mas como sou péssima em detalhes eletrônicos, vou resumir: já não vivo mais sem o TiVo e olha que sou uma pessoa que nem telefone celular tem! É uma versão infinitamente melhorada do videocassete, mais que isso, deve estar explicado no site deles.


Para Deby

Eu devo ter algum gene que deixa o pH da minha saliva péssimo para bactérias causadoras de cárie. Também usei aparelho ortodôntico e saí ilesa. Nem durante a gravidez tive problema dentário algum.

Para Maricotinha
Meu maxilar não faz barulho não. E ainda que fizesse, não sei se abandonaria o vício. É vício mesmo, não é figura de linguagem.