25 agosto, 2012

Descobrimento do Brasil Para Crianças

Como sempre, voltamos das férias na terrinha com a mala cheia de livros infantis. Muitos foram presentes, algumas compras, novos e usados, para a renovação essencial na estante, porque os livros precisam crescer junto com os leitores.

Com estas mudanças no blogger, não consigo inserir a foto do livro (é impressão minha ou mudaram mais ainda?), mas fica a sugestão de um dos muito bons livros que foram recentemente acrescentados ao nosso acervo particular.

Faz Muito Tempo, da Ruth Rocha, conta a história do descobrimento do Brasil através dos olhos de uma criança. Simples, com belíssimas ilustrações na última edição, fez muito sucesso aqui no Iglu. E nós continuamos cada dia mais fãs desta autora talentosa, já com mais de 3 dezenas de livros dela e desejando muitos outros.

20 agosto, 2012

Vaidade, teu nome é mulher

O verão durou 2 semanas e foi embora. Então, com a temperatura de 17 graus durante o dia, não dava pra dormir de pijama curto. Mamãe separa para a Fofolete uma calça de pijama comprido com uma blusa de manga curta, porque também não está fazendo frio. A parte de cima e a de baixo não são do mesmo conjunto.

Papai termina de dar banho na Fofolete e Mamãe escuta os protestos do outro quarto. Chega perto e encontra a menina aos  prantos, vestida com a calça de borboletas e batendo no peito nu, enquanto diz entre os soluços:

- Borboleta meu.

E só sossegou quando colocaram nela a parte de cima do pijama de manga comprida, com as borboletas combinando, claro.

19 agosto, 2012

Blogagem Coletiva - Porque Sou Ativista da Amamentação

Oficialmente, a blogagem coletiva se encerra dia 20 de agosto. Então, embora minha vida real esteja atrapalhando minha vida virtual, ainda está em tempo.

A pergunta leva a uma ótima reflexão. No post da Dra Melania Amorim (que realmente tem doutorado), sobre o assunto há explicações sobre os benefícios de saúde física e emocional, mas depois de refletir, descobri que não sou ativista por conta do que dizem os estudos.

Sou ativista da amamentação porque em pouquíssimas situações na vida bons conselhos e apoio podem fazer toda a diferença. A amamentação é um desses casos.

Fui exceção nas duas amamentações dos meus filhos. Enquanto a maioria das pessoas encontra dificuldade para amamentar o primeiro filho, não tive nenhuma. Dois anos sem dor, fissura, neura de ter pouco leite, preocupação com ganho de peso do menino ou necessidade de dieta materna e um desmame tranquilo. Na segunda filha, inúmeras intercorrências, como pega incorreta, dor, fissura, bebê que engasgava com o jato forte de leite, incapacidade de esvaziar a mama adequadamente resultando em mastite e, por fim, tendinite no punho de tanto fazer massagem para desempedrar o seio.

Talvez, se eu não tivesse passado por tantas dificuldades na segunda amamentação, eu não tivesse tanta compreensão do quanto o apoio e as palavras certas no momento adequado fazem a diferença.

Minha filha tinha 4 ou 5 dias de vida, quando liguei para uma amiga enfermeira especialista em neonatologia e usei, pela única vez na vida, a expressão "estou desesperada". O peito cheio de leite e a bebê não conseguia sugar adequadamente. E, quando essa amiga veio em casa, as palavras dela foram mágicas "isso vai passar e logo vai ser uma memória distante. Ela vai aprender a mamar, não desista."

Foi graças à ajuda dessa amiga e de três maravilhosas consultoras de lactação, que deram apoio e transmitiram tranquilidade é que pude amamentar por 1 ano e meio e poderia ter amamentado muito mais. Confesso que, quando ela passou a querer a mamar sempre em pé, minha coluna pediu arrego e foi por isso que paramos tão "cedo".

07 agosto, 2012

Assistindo às Olimpíadas com Crianças

Um ginasta holandês faz uma apresentação fenomenal e, quando termina, é abraçado por um homem mais velho. O Pacotinho de Observação comenta: - O pai dele não tem óculos. Ele não é tão velho. - Quem não é velho não usa óculos? - Quando a pessoa vai ficando muito velha precisa de óculos. *** Fofolete fica na porta, durante o mesmo evento de ginástica, em pé protestando: - Quer sentar, quer sentar, quer sentar... - Quer sentar onde, minha filha? - No meu bumbum!